O Luxo do Lixo. Vamos reciclar! O Lixo do Luxo. Vamos combater!

LIXAO COMUNITÁRIO

Lixão
4/29/2005 01:52:38 AM
Ainda navego da caridade de quem me detestaaaaaaáááá

ASÍLO CIBERNÉTICO
Os anciões são inativos, não fazem nada durante o dia,
alguns quando são mais lúcidos vêem uma televisão e só.
Acredito que essa falta de atividade cerebral e a falta de estimulo,
force o cérebro á degenerar mais rápido. As atividades físicas nem pensar,
a maioria estão com problemas motores, geralmente locomove-se em
cadeiras de rodas, andador ou são acamados.

Estou me sentindo uma velha com essa Globo 40 anos,
mostrando programas do tempo da caroquinha , do preto e branco;
ativando minha memória e na calada do meu cérebro e do meu arquivo:
- Nossa!? Eu vi isso? Cruzes.....rs.
- Nossa isto é incrível....
- Caraca...
(... o tempo não para...). Acredito que as pessoas quando fiquem debilitadas pela idade,
pois nosso corpo é uma máquina e o desgaste é natural, não exista a famosa teimosia e
sim, uma falta de consciência da idade cronológica; a mente não aceita a velhice.
Os sentimentos são os mesmos, não envelhecem ou seja, a alma não envelhece,
ao contrário da matéria que envelhece á cada dia.

Bom! Um pensamento futurista me invadiu:
- Estou vendo muito o seriado, (O vidente ou the dead zone).....kkkkk.
Em um futuro não muito distante. Os asilos hospedarão anciões internautas.
Claro que sim! Eu particularmente nasci, antes da Rede Globo e hoje não vivo sem internet.
Imagine o carinha que nasceu no cyberspace.
Asilo pra mim, só com acesso 24 horas e via satélite.

OBS - Hum... Falei no post anterior, que as pesquisas eram feitas no Ctrl C e Crtl V, pois é, a professora de minha filha passou uma pesquisa sobre CDA (Carlos Drummont de Andrade). No papel almaço, no mínimo 6 folhas, com margem, biografia, comentário das poesias ou crônicas escolhidas e capa, detalhe importantíssimo tudo a mão.
É amigos, mifú. Eu só não acerto na loteria!
Estou devendo visitas, não esqueçam de mim, buuuuaaaaa....
Junio, estou curiosa, sobre meu nome. _(CONTAÍ).

Mirza vamos reciclar:
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LIXÃOLixão
4/22/2005 05:25:48 PM
Ainda não estou 100% na conexão mas,
("... vou sobrevivendo da caridade de quem me detesta..."), eternamente Cazuza.


O HOMEM NÃO VOA

Certa época de nossas vidas, vivemos para a família e nos sentimos protegidos e amados.
Nossa casa, o cheirinho do feijão vai longe (parece até o feijão da Dona Lena), chegar da escola
como o estomago nas costas e dar de cara com aquele prato prontinho, na mesa te esperando,
(coisas de mãe, pra você e vó pra mim). Fazíamos amizade no ônibus, estudávamos em escolas
publicas e não éramos analfabetos, repetíamos o ano, ficávamos de castigo, não tínhamos internet
e as pesquisas escolares eram extraídas das bibliotecas, livros e feitas a mão em folhas de papel almaço,
com direito a margem e capa, orgulho do grupo (um por todos e todos por um), nada de Ctrl C e Crtl V.

Onde foi que erramos ?
Nossos filhos, vivem na Febem, fazendo rebeliões, matando, roubando, traficando, se prostituindo,
se drogando, sem pensar no fantasma da Aids.
Vida e morte, são sinônimas, nos dias de hoje.
Cadê o primeiro beijo,
Cadê o primeiro dia de aula,
Cadê a primeira professora,
Cadê o primeiro baile,
Cadê o primeiro namorado,
Cadê a primeira nota vermelha,
Cadê o primeiro amor platônico.
Parece que as facilidades adquiridas com o tempo, fizeram os jovens pularem algumas etapas importantes
no aprendizado e no desenvolvimento. Lembrei do texto da LIÇÃO DA BORBOLETA
quando o homem auxilia a saída da borboleta, achando que estaria fazendo um bem e o resultado foi
desastroso. Causando a atrofia permanente nas asas da borboleta, ela nunca poderá voar, precisava do
esforço da saída do casulo para fortalecer as asas para voar.
Agora continuo a devagar onde foi exatamente que o fio de prata foi rompido?
Na falta de dinheiro.
No despreparo emocional.
No divórcio.
Na pílula anticoncepcional.
No LSD.
Na inquisição.
Na ditadura.
Nos falsos profetas.
Nos pais ausentes.
Nas mães feministas.
Nas diretas já.
Nos porões da ditadura.
A humanidade está dando sinal visível de socorro. O homem está agindo pelo instinto da sobrevivência
sentindo-se acuado e ferido. Vence o mais forte, esperto e ágil. Os poucos homens racionais estão
morrendo ou sendo eliminados. Estão sendo substituídos pelos modernos homens fortes, musculosos,
instinto de sobrevivência apuradíssimo, matar para não morrer, viver no limite é a meta. Tempo de vida útil
quando consegue chegar aos 30, já esta inutilizado para o bando, é deixado de lado para morrer, afinal o
Tarzan, era um cara saudável , vivia em total harmonia com a natureza:
Não fumava.
Não cheirava.
Não se picava.
Não acordava às 5 da tarde, com gosto de guarda-chuva na boca.
Não se entupia de energéticos, anabolizantes e hormônios.
Pegava a Jane sem camisinha.
Não tinha DST; Aids; gripe do frango; TOC; Viagra; Vaca louca; TV; Internet...

O mundo passou voando e,
Nos perdemos em algum lugar.
Achamos que podemos tudo,
Que somos onipotentes e poderosos.
Nós só esquecemos de um pequeno detalhe,
Que as asas foram feitas para os pássaros ,
Não para os homens.





Mirza vamos reciclar:
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LIXÃOLixão
4/21/2005 06:36:29 PM
ESCONDIDOS....
Queridos amigos estou sem conexão, totalmente fora do ar.
Estou sentindo uma falta horrível do mundão blogueiro, agradeço as visitas e quando puder
farei as visitas amigas. Um grande feriado e um final de semana genial pra todos vcs.
Escrevam bastante, quando voltar quero ler muito e muito.
grandes bjs
Mirza.

Mirza vamos reciclar:
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LIXÃOLixão
4/15/2005 12:52:39 AM
NASCI DE UM ABORTO

Nasci na balada do Rock´roll. A televisão era preto e branco(acho eu). Meu
pai e minha mãe, jovens como todos os jovens do mundo em qualquer época,
experimentam sexo e naquele tempo sem Aids, é claro, algumas DSTs(doenças
sexualmente transmissíveis), mas nada que um bom coquetel de penicilina não
resolvesse e pronto estava novo para outra; milagres da medicina . Porém
esqueceram um detalhe muito importante a camisinha e, eu nasci. Época de
tormenta e trovoadas, Tsunamis e o eixo da Terra, movimentou-se nada que possa
ser trágico à curto prazo. E a longo prazo? 

Casamento no civil, menina criada com todas as regalias possíveis, mãe ,
padrinhos e tios, todos faziam a corte para a princesa, que de dentro de seu
castelo e mundo de sonhos(só veio acordar, anos mais tarde quando sua primeira
neta nasceu). Vivia com meu pai, de lar em lar. Hora na casa da minha avó, hora
na casa da outra avó. Lembranças da infância, bastante, mais isso é uma
outra história. Emprego, para que? Meu avô, pai de meu pai, sempre dizia: -
Filho meu , nunca irá trabalhar, enquanto eu for vivo. Poucas vezes em minha
vida, observei minha mãe falar de alguém com tanta afeição e respeito, ela
realmente sentia a morte do sogro, ele queria tanto me conhecer e sempre afirmou
que seria menina, sendo excomungado, por toda a família, é claro! 

Quando Dr. Roberto, médico recém formado,(um acadêmico), realizou um
aborto com as mãos, para salvar a vida de minha mãe, se caso ocorre o segundo
ataque de eclampsia e estivesse ainda dentro de seu útero, hoje você não
estaria aqui, com os olhos vidrados na tela de seu computador, querendo saber a
continuação dessa história....rs. Só pra aliviar um pouco,  afinal,
estamos na tensão  do parto. Minha avó relatava com todos os detalhes meu
nascimento e o estado de pré coma de minha mãe, afinal era sua única
filha e na confusão acabou por segurar a mascara de oxigênio, enquanto à
equipe tentava inutilmente estabilizar a pressão de (220x190hmmg), sendo o
padrão 120x80hmmg e, em um ato desesperado, o médico subiu na mesa de parto e
com as mãos  procura um feto de 30 semanas(7 e 1/2) com um 1k e 700gr.
(?)cm.

Bom! No meu relato, acho que estava em  pânico lá dentro, porque
quanto mais ele procurava, mais eu me escondia, fugia, escorregava e ele me
perdia, outra tentativa e outra, o que ninguém sabia é que estaria viva,
afinal o primeiro ataque de minha mãe foi  as 03:00h e essa loucura de
parto estava acontecendo entre 5 e 6h. Pelo médico já estaria sem oxigênio, a
quase 3 horas. Estaria morta. Suprimento de oxigênio pelo cordão interrompido.
Cérebro sem oxigênio. Vida vegetativa. Retardo mental, coisas do gênero.
Obrigando meu pai, a assinar um termo de responsabilidade. Eles poderiam ter
outros filhos.  É como encurralar um animal e subjuga-lo ao seu poder,
vence o mais forte, ágil e esperto. Nessa história nada de perdedores, todos
foram vencedores sabe o final  feliz, eu posso afirmar que existe na vida
real, sou testemunha viva e em perfeitas condições físicas e mentais.


O médico me arrancou do útero de minha mãe, como se estivesse arrancando a
coisa de toda aquela confusão e me largou na mesa auxiliar como um mioma ou um
câncer, pronto para biópsia, afinal todos os recém-nascidos choram. Porém
meu estado deveria ser de pânico total e só resolvi abrir o
bué
,quando uma enfermeira me pegou e conversou comigo mesmo,
aparentemente morta.


Foi um silêncio total, o mundo parou as pessoas pararam de respirar. Acredito
que, na vida delas  o relógio atrasou 1sg, até meu pai e padrinho,(essa é outra história),
madrinha,(sem história), que estavam no corredor da Casa de Saúde pararam.
Não era o choro da filha do Tarzam, mas para um bom entendedor uma palavra basta e,
um grito ecoou nos corredores do hospital.

A criança esta viva.  

Lendo uma reportagem sobre os novos métodos de partos, em que a criança é
o centro das atenções, acho até que me sai muito bem........rs. Como
dizem,  todos nós de loucos temos um pouco. Tem uma mensagem que resume
exatamente, essa minha maluquice.





O Trauma do Nascimento


Embora o nascimento não seja, necessariamente, um momento de trauma, quase sempre o é, por razões já pesquisadas e devidamente estudadas, inclusive na área científica mais conservadora, principalmente através do grande médico Frédérick Leboyer. A obra revolucionária de Leboyer está impressa no livro Nascer Sorrindo, Nascer Sofrendo. Seus métodos de parto, que pouco a pouco ganham espaço no mundo inteiro, foram desenvolvidos por ele a pouco mais de vinte anos atrás, exatamente na mesma época em que Leonard Orr dava os primeiros passos nas técnicas de Renascimento.
Alguns anos mais tarde, sabe-se que o Dr. Leboyer também foi renascido por Orr.
Antes de trazermos algumas palavras do Dr. Leboyer, vamos colocar na íntegra um importante depoimento de um médico obstetra, que se encontra na obra Renascimento na Nova Era, à página 147:

"Treinei-me como obstetra num centro médico convencional no centro-oeste; parto para mim era uma crise de sobrevivência e uma interrupção no meu horário de trabalho. Eu ficava tenso durante todo o tempo me perguntando se alguma coisa ruim iria acontecer ou se eu teria de fazer alguma coisa drástica.
Depois de completar minha residência fui designado para trabalhar no Colorado e depois na Coréia como obstetra do exército; eu já estava começando a me sentir insatisfeito com meu trabalho. Eu temia a hora quando uma mulher entrava em trabalho de parto; a luta pela sobrevivência começava de novo. Eu me sentia desconfortável e distante da mulher e do companheiro dela; parecia que eu deveria ser capaz de fazer alguma coisa e não sabia como fazê-la. Eu sentia que deveria tornar o trabalho suave e simples e o nascimento fácil e festivo e não era assim de forma alguma.
O nascimento era o máximo da crise para todo mundo; os pais, as enfermeiras, o bebê e eu estávamos todos num estado mais ou menos de pânico controlado. A mãe estaria gritando em agonia ou, devido à sedativos ou anestesia, pateticamente desconectada da experiência. O pai estaria desesperadamente tentando confortar a companheira ou nervosamente demandando que alguma coisa fosse feita, ou imerso numa apatia sem remédio. As enfermeiras e eu estaríamos exercendo um tremendo esforço para controlar nosso próprio transtorno ou entrar no ritual de mergulhar a mulher em assepsias, injeções intravenosas, anestesias, aparelhos e posição padrão de estribos.
E quanto ao neném? Ele era tratado com todo o respeito e consideração que qualquer preparação coração-pulmão em um animal numa pesquisa de laboratório receberia. Todo procedimento concebível era feito para assegurar que aqueles pulmões se encheriam de ar e que aquele coração bombardearia bom sangue por aquele corpo quente. Este importante volume, que eu acreditava um dia seria a casa de uma mente, uma alma e conhecimentos, seria rapidamente separado da placenta, levado para uma mesa sob brilhantes luzes, vigorosamente enxugado e estimulado, usualmente cutucado nas solas dos pés, apertadamente enrolado numa manta, brevemente mostrado ou segurado pela mãe e pai e então rapidamente levado para o berçário onde era pesado, recebia uma dose de vitamina K, tinha os olhos inoculados com uma ardente solução de nitrato de prata e um termômetro empurrado no reto. E aí, com exceção de um olhar observador do outro lado da sala, era deixado só por muitas horas.
Mais ou menos dois anos atrás vi o Dr. Leboyer na TV juntamente com um filme sobre o gentil e amoroso parto. Não pude lidar com a idéia, parecia uma destas excêntricas idéias que ganham popularidade e rapidamente se apagam. Logo depois disto prováveis pais começaram a me pedir este tipo de parto. Eu não queria fazê-lo, eu estava incomodado com a idéia de adicionar qualquer coisa ao que já era uma batalha. Contudo, concordei em fazê-lo porque eu também me sentia incomodado em dizer não.
O primeiro parto que fiz com luz apagada foi tranqüilizador; eu o atravessei mais facilmente que esperava. Logo, com poucos partos
subseqüentes a este, comecei a perceber que a atmosfera na sala de parto era mais calma e serena. A atenção estava agora focalizada no bebê e nos pais ao invés de se dispersar com os instrumentos, enfermeiras, médicos, placentas e desnecessárias conversas.
Descobri que havia uma pessoa dentro daquele bebê, um ser alerta e consciente (grifo nosso!!) que na realidade respondia à minha atenção e cuidado. Fiquei tocado e toda minha percepção de nascimento deu uma guinada de 180 graus. Eu ansiava pela alegria e excitação de estar presente quando uma nova pessoa surgia no mundo.
Um amigo me falou do renascimento e duas semanas depois minha chance de ser renascido se manifestou. Agora sei o que é beatitude; eu flutuei nas mais altas nuvens e foi fácil. Desde então tenho sido renascido várias vezes e cada vez tem sido uma profunda experiência. Tenho agora por experiência própria um sentimento de conexão com aquelas pessoas recém nascidas. Sei pelas memórias de meu próprio nascimento que o reconhecimento da pessoa dentro do bebê é o que o bebê mais precisa. Perceber que ele ou ela é uma pessoa e não simplesmente uma máquina de carne e osso permite ao bebê atravessar a vida com um senso básico de auto-estima.
Minha relação com nascimento alcançou um novo nível de satisfação desde o renascimento; ter trabalhado meu nascimento me permite estar com o recém-nascido sem me ligar nas memórias do meu próprio nascimento.
Amo estar lá observando, depois do desarranjo inicial ter passado, quando o novo ser surge. Em breve os olhos se abrem e o bebê olha o mundo. Uma surpreendente calma repousa sobre o bebê e sobre todos os outros na sala. No começo a respiração é hesitante e gradualmente se regula. É como se o bebê estivesse se acostumando com a nova experiência de respirar; o bebê então começa a fazer sons como se estivesse conversando.
Converso com o neném na hora do nascimento, digo: "Olá! Bem vindo ao mundo. Está tudo bem. Você vai gostar daqui; é um mundo bonito! Sua mãe e seu pai estão aqui e estão ansiosos para lhe ver. Bem vindo ao mundo!!!" (Phil Dubois - Seatle)
Leonard Orr renasceu Leboyer em 1976 e ambos acharam o relacionamento deles mutuamente enriquecedor. "O Renascimento de Frédérick foi mais fácil que a maioria", conta Sondra, à página 146 do Renascimento na Nova Era. Ela conta também que o Dr. Leboyer disse que partejou aproximadamente dez mil bebês antes de se tornar sensível.
Vamos transcrever alguns excertos do próprio Leboyer, da sua já citada obra Nascer Sorrindo, Nascer Sofrendo:
"A criança que nasce chega em meio a mil trovões, fica sobressaltada... o mundo berra. A criança devolve os gritos!... quem pensa em falar baixo numa sala de partos? Na verdade, grita-se bem mais do que se fala... Ele leva as mãos à cabeça, num sinal de dor intolerável. A criança nasce surda? É ensurdecida!"
"Pobre criança! Nascer, que calamidade! Cair de repente em toda a extensão de nossa ignorância e de nossa crueldade... Este fogo, mordida intolerável, é o ferimento que o ar provoca penetrando nos pulmões... o ar, que entra e varre a traquéia, que desdobra os alvéolos, tem o efeito de ácido derramado sobre um ferimento!..."
"Sim, para a criança que vem ao mundo, a queimadura provocada pelo ar que penetra nos pulmões ultrapassa, em horror, a todas as outras..."
Com Ronald, aprendemos que o Dr. Leboyer denunciou uma série de condições do momento do parto, que determinam o trauma de nascimento, tais como os sons excessivos da sala de partos, a temperatura ambiente inadequada, os procedimentos bruscos na recepção do bebê e, principalmente, o corte prematuro do cordão umbilical, acarretando uma supressão brusca do oxigênio, produzindo pânico e tornando dolorosa a primeira respiração, dada a urgência com que o bebê realiza a primeira tomada de ar, que desce queimando-o internamente.
As diversas condições de parto vão determinar padrões de conduta que vão influenciar toda a vida do recém-nascido, podendo ser o início da síndrome o universo é contra mim.
Ainda sobre o trauma de nascimento, buscamos o estudo do médico psiquiatra José Ângelo Gaiarsa, na sua obra Respiração, Angústia e Renascimento .

"Podemos dizer ainda que o neonato está completamente ameaçado de asfixia e que só consegue evitá-la à custa de um esforço contínuo. Ao seguir sua tendência para a retração elástica o próprio pulmão tende a sufocá-lo...
Das relações onto e filogenéticas entre a região respiratória do bulbo e o sistema reticular, podemos concluir, muito plausivelmente, que os distúrbios respiratórios ativam parte ou todo o sistema reticular. Este argumento seria um fundamento a mais para aqueles que acreditam, como eu, que a angústia respiratória é a angústia fundamental, aquela que mais desata defesas, na terminologia tradicional da psicanálise.
É aquela que mais põe o indivíduo alerta, aquela que mais agudamente o chama para si ou o faz consciente.
Pena, realmente pena, que toda a nossa educação nos impeça de perceber este fato - e ao deixar de percebê-lo nos perdemos.
Sempre aflitos, buscamos a causa ou o motivo da aflição. Fazemos assim habitualmente; habitualmente é assim que se faz na maior parte dos consultórios e confessionários do mundo.
Claro que a aflição tem causas e motivos, mas, se, aflitos, tentarmos antes regularizar nossa relação com a atmosfera, a ansiedade se abate e então podemos pensar tranqüilamente. Antes não.
Digo apenas que a causa imediata da angústia é o distúrbio respiratório. O remédio imediato está em acertar a respiração... Não procedendo assim nos perdemos e fazemos teorias vazias."
Segundo Ronald Fuchs, no Renascimento chamamos o momento do nascimento de guia natal. Ele é importante porque é o momento em que sofremos a maior transformação que passamos na vida, neste corpo físico. Assim sendo, quando precisamos avançar, todos os passos que escolhemos para ir adiante tem a ver com este momento. Por exemplo, podemos dizer que começamos a nascer, depois ficamos estancados no canal de nascimento porque foi um nascimento longo e, finalmente, conseguimos sair, ou seja, diferentes passos foram dados. Na vida, naturalmente tentamos recriar estes diferentes passos, criando situações similares, onde nos sentimos estancados. Entendemos que para darmos uma avançada é necessário que se proceda assim porque ficou a certeza de que deste modo conseguimos ir adiante.
O que acontece no subconsciente é que este associa o momento novo com o momento do nascimento. A nossa mente, a partir do subconsciente, sente que, para prosseguir, a única possibilidade de êxito é ir na direção que foi tomada quando nascemos. Isto é um guia natal, e cada pessoa possui o seu. Tenhamos tido ou não um nascimento traumático, aquele momento estabelece o que chamamos guia natal.
Os padrões do guia natal são inúmeros. Um exemplo mais específico, num parto estagnado (longo): o bebê fica preso antes de nascer. A decisão vai trazer dificuldades à mãe, vai machucá-la. Ao estagnar, nasce o padrão de sentir-se retido, o medo de ficar preso para sempre, e isso transpomos para os relacionamentos, para a vida. Pessoas com esse tipo de padrão desenvolvem muito ressentimento com relação a qualquer tipo de controle. Apresentarão uma sensação constante e freqüente de sentirem-se retidos pela outra pessoa. Para crescer, devem ultrapassar barreiras. Odiarão filas e ter que esperar por qualquer coisa. Terão a sensação de ser um peso. "Não posso conseguir aquilo que quero, quando quero".
Um parto prolongado, geralmente determina padrões de luta, de que tudo é difícil, exige esforço, muita luta! Mesmo quando situações suaves se apresentam para esse tipo de pessoa, ela dá um jeito de fazer disso uma luta, uma guerra, para reconhecer o seu padrão.

Vamos finalizar com outro exemplo, de um parto cesariana marcada, com data definida pelo médico/mãe. A criança é quem de fato dá o sinal, de que é chegada a hora, e que está pronta. Bem, essa criança não teve, portanto, o seu momento respeitado. Essa sensação, como um padrão, levará para toda a vida, de não ser respeitado. Uma grande parte delas apresenta, inclusive, olhos muito grandes, arregalado, denotando uma cara de surpresa. Foram, de fato, surpreendidas, e traídas relativamente à sua vontade, ao seu momento certo, correto, adequado, de nascer.


 
Mirza vamos reciclar:
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LIXÃOLixão
4/13/2005 12:35:47 AM


DIA DOS JOVENS


Felipe Carlos, amigo de Leonardo Felipe, amigo de Bruno da Silva, amigo de Douglas Brasil -
batizado com o nome do país que o massacre dos inocentes encheu de horror e de vergonha. 

Douglas, amigo de Felipe, amigo de Leonardo, amigo de Bruno. Garotos que crescem num lugar
pobre têm que aprender muito cedo alguns segredos da vida:Falta dinheiro?
Então o garoto compra a sonhada bicicleta aos poucos, um pedaço de cada vez, até conseguir
reunir o tesouro. E os tesouros da infância podem ser baratos: o menino jogava descalço,
um dia ganhou um par de chuteiras e então conquistou em campo medalhas que brilham. 

Bolas de gude também brilham, brilham na imaginação como pedras preciosas - e são baratas e divertidas!
E são coloridas como figuras que só custaram algum papel e um punhado de canetas.

Garotos que crescem num lugar pobre aprendem nos trabalhos de escola o que já sabem das ruas:

O mundo anda violento. As cidades cresceram, e com elas a miséria, a fome, a pobreza,

a violência, o medo. Essas foram as partes que ele sublinhou. Parece até que ele estava adivinhando
o que ia acontecer, conta a mãe de Leonardo ao ler um trecho de uma redação de seu filho. 

Eles sempre brincavam, final de semana estavam sempre juntos ali na rua, continua.

Felipe era o mais jovem dos quatro amigos: 13 anos. Era o craque das canetas.Ele estava sentado
aqui no chão, cheio de desenhos, ele estava desenhando e disse: -Mãe, olha o que eu fiz. Todo feliz
,
lembra a mãe.

Felipe era amigo de Douglas Felipe Brasil de Paula, 14 anos. O menino da bicicleta.

Vendia fogos, quando era a época, vendia pipa. Ele gostava de ter o dinheirinho dele. Estava montando
a bicicleta dele. Aí todo dinheirinho que ele pegava era para comprar a bicicleta dele, as peças da bicicleta dele
,
conta a mãe. Douglas tinha a mesma idade do amigo Bruno. Bruno da Silva Souza, 14 anos de vida.

Ele era bom. Tudo o que os outros pediam para fazer ele fazia, conta a mãe.

Bruno tinha dois tesouros: a mochila e o par de chuteiras. ¿Ele gostava de dançar, de soltar pipa, jogar bola de gude,
jogar bola, lembra a mãe. Bruno jogava bola com Leonardo Felipe da Silva, 15 anos, o craque do grupo
- era ele o garoto das medalhas. Bola era direto. Aos sábados, deixava de fazer qualquer coisa para ir jogar bola,
recorda-se a mãe. Estavam sempre juntos, nasceram todos na mesma época, foram crescendo, estavam se tornando
rapazinhos agora, todos eles.
Desde quinta-feira, 31 de março, os lugares que os quatro amigos ocupavam na sala de aula estão vazios.
Ou melhor, agora estão repletos de saudade, em bilhetes de adeus escritos pelos colegas.


Douglas, Felipe, Leonardo e Bruno morreram fuzilados na chacina da Baixada Fluminense, na noite daquela
quinta-feira, quando 30 inocentes foram massacrados por um bando armado.

Os quatro amigos morreram dentro de um bar na Estrada da Gama, em Nova Iguaçu,
a poucos metros de casa, quando brincavam com um jogo eletrônico.

Felipe Carlos, amigo de Leonardo Felipe, amigo de Bruno da Silva, amigo de Douglas Brasil,
batizado com o nome do país que o massacre dos inocentes encheu de horror e de vergonha.

Fantástico - 10.04.05




DIA DO BEIJO

Não espere até o dia 22 de Setembro.Você esta preparado?


DIA DO HINO NACIONAL


Entenda a letra


DIA DO OFFICE BOY

Filho de RICO é, PLAYBOY. Filho de POBRE é, OFFICE BOY.

Você concorda?




Mirza vamos reciclar:
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LIXÃOLixão
4/8/2005 06:04:30 PM

HOJE
Viramos mais um capitulo de nossa história. Os livros didáticos tornaram-se desatualizados.
Um homem que se destacou, perante a multidão.
Um Santo, como chamam os mais fervorosos.
Um homem de decisão, para os políticos.
Um homem de ideais ,para os governantes.
Um homem a favor da paz e dos direitos humanos, para os idealistas.
Um homem puro e sincero em seu amor .
Um irmão para os amigos.
Um homem servo de Deus.
Um homem que nos fez irmãos na comunhão dos povos e não pela religião.
Um homem Santificado, quem sabe um dia um Santo.

Sei que temos varias crenças e opiniões, e realmente na flor das emoções, ter que escutar que: - isso é adoração e é pecadoque; Maria é um ser figurativo na igreja, você pode ir direto ao pai, pra que intermediário. (palavras de uma amiga de minha filha). Não gosto dessa prepotência e arrogância em ser o dono da verdade, certas igrejas passa esse sentimento para seus fiéis. Estou fora dessa. Assim em nome do pai, se faz guerra, terrorismo, criança bomba e inúmeras atrocidades. Afinal, quem nos deu a palavra, não foi o homem, mas sim, Jesus, e este não veio pregar nenhuma religião e sim nos trazer a palavra do PAI. Sou uma pessoa em CRISTO, procuro andar na palavra do Senhor e qualquer dúvida, a Bíblia é um livro Santo e Sábio, orientação correta nas horas de dúvidas e aflições e até o livro Sagrado, foi modificado e dividido pelo homem.Temos hoje uma bíblia Católica e uma bíblia evangélica. Isso me dói o coração. Unificação dos Povos, um dia chegaremos .
Uma das fases mais difíceis de minha vida, foi quando minha mãe morreu. Apesar de ter marido e três filhos meu coração se sentia sozinho no mundo e quando estava sem sono e a noite caia como um túmulo,meu remédio era, Rezar o terço, é foi melhor do que Diazepam e detalhe muito importante nunca consegui terminar sempre durmia antes do final, parece que, um transe te apaga, talvez a repetição das palavras, a concentração em não perder as pedras e os mistérios . Claro! Que pela manhã rezava o terço todo, e agradecia pela noite de sono e bons sonhos. Eu sempre quero encontrar explicação, para o que não tem explicação, sendo assim os mais fervorosos dizem:- Maria te cobriu com seu manto e te deu amor de mãe . Verdade ou mentira, não sei , mas consegui superar a morte de minha mãe e me livrar de uma depre. profunda . Olha o meu egoísmo! Sou filha única, minha mãe também era. Os reprodutores não arcaram com a criação. Meu avô, conheci até meus 12 anos, de visita,. Meu pai nem me lembro. - ACABOU , estou só, o que será de mim???
A vida na fé, é menos dolorida, é como um calmante, te ajuda a superar momentos difíceis que a vida nos prega.
Minha mãe viu o Papa, quando ele veio ao Rio. Ela não foi vê-lo. Ele passou no Papa Móvel. Minha mãe não era muito nada. Era uma atoa de bom coração. Ela ficou tão impressionada com a figura de João Paulo II, que na passagem ,os olhos dele encontraram com os dela. Foi amor a primeira vista. Ela nunca tinha visto um olhar tão amoroso como o dele. Pena que ela não se entregou a esse amor.
Hoje enterramos , mais um homem que fez história. Ele era Papa, e sinto muito orgulho de tê-lo conhecido, respeitado e amado, como um pai espiritual. Como boa filha, não deixei de contestar algumas de suas ideologias, mas o amor que nos uniu na fé, não mudou. O próximo em sua sucessão, fará sua história de fé e espero que com amor e muita renuncia escreva uma vida , tão carismática quanto à do Papa João Paulo II. O nosso Papa Pop.
JESUS NÃO VEIO PREGAR RELIGÃO, ELE VEIO NOS ENSINAR COMO CHEGAR AO PAI
Sou Jesus.Sou Batista. Sou fiel .Sou filha.Sou mulher. Sou esposa. Sou mãe. Sou fé. Amém!
Mirza vamos reciclar:
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LIXÃOLixão
4/6/2005 09:17:50 PM

Não sei o que aconteceu, perdi todos os comentários, que "RAIVA".
Tem dias que você, é o fera da computação, tudo da certo, as maravilhas.; mas tem dias, que o negócio vai ficando sério e quando você se da conta, já tem um elefante no meio da sua sala e olha que a minha não é pequena....rs
Mirza vamos reciclar:
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LIXÃOLixão
4/5/2005 07:09:10 AM
As inúmeras faces da morte.
" Na casa do meu pai, há muitas moradas...vou preparar-vos um
lugar" ( Jo 14,2).

Todos nós temos consciência que a morte, faz parte da vida, mas quando ela
chega, existe uma rejeição mórbida. Nós seres humanos, temos muitas
qualidades, porém somos diferenciados por nossos defeitos e imperfeições.
Este é um deles e o mais fatal que se produz nas atrocidades e nesse mundo
louco que vivemos hoje, o "egoísmo."
- Hora! Onde já se viu, minha vida sem a pessoa que mais amo?
- Quando sentir saudades o que farei? 
- Como ficarei? Não foi isso que sonhei!
- Por que? Comigo?
Esses sentimentos de perda nos invade de uma maneira tão profunda que nunca
estabilizamos  totalmente, afinal  fomos privados e injustiçados e
nos sentimos feridos por perder o controle da situação. Temos que culpar
alguém; "Deus"; entidade suprema de poder incalculável, ele só quer
o nosso bem e não nos fará mal. Bom! Você tem que andar nos seus mandamentos
e se isso não te convencer; ele é o pai supremo e todo poderoso e nós, simples
mortais, seus filhos comportados e" mauricinhos".
Para que isso tudo? Para sermos aceitos, perante nosso "egoísmo".

  • meu filho

  • minha criação

  • meu espelho

  • minha vida.

  • Quer mais?
  • meu emprego

  • minha empresa

  • meu carro

  • minha caridade

  • meu marido

  • minha vida, e assim por diante.

  • Afinal somos pessoas únicas, sem replicantes, mesmo os gêmeos idênticos,
    apresentam diferenças na personalidade. O que você sabe, morre com você. O
    seu tempo passou, tem que dar espaço, para os mais novos, outras mentes
    brilhantes estão por vir, até o filho de Deus, está nesse pacote. Como está
    profetizado. Se ele realmente veio, deve estar com + ou - 5 anos, deve morar em
    qualquer periferia, ser um menino de sinal, descalço e remelento, que quando
    chega perto do seu carro, é repelido como um cão sarnento. Ainda não sabe
    ler, vive de caridade, quem sabe, é uma das crianças que sobrevive do lixão.
    Escola e médico, são coisas de gente rica. Conhece a nossa rejeição desde
    quando era feto, porém, é uma criança amável, amorosa, esta sempre com um
    sorriso ingênuo nos lábios e seus olhos são transparentes como uma fonte de
    água cristalina. Mas como saber? Como arrumar coragem e olhar nos olhos dos
    meninos abandonados pela "sociedade" e não por mim ou por você. Viu!
    Como a palavra sociedade, camufla nosso egoísmo, afinal quando fazemos alguma
    coisa errada:
    -A culpa  é do fulano.

    -Fui obrigado.

    - Não sabia.

    - Fui inocente!. Somos perfeitos e não admitimos imperfeições.

    O anticristo? Esse não precisamos nos preocupar, nascido em berço de ouro,
    não será rejeitado. Quem sabe filho único. Criança aceita por todos nós,
    tão bonitinho, já sabe escrever seu nome, já esboça algumas palavras
    de  inglês e espanhol também. Futuramente vai
    para o exterior. Será um grande homem.

    Isso é uma historinha que provavelmente, alguma alma bondosa contou para
    alguma criança ou pessoa pobre, para justificar as queixas da miséria e
    abrandar o coração e a revolta que a pobreza impõe perante o ser humano.
    Afinal nos dias de hoje, a classe média, onde nasci e fui criada, acabou. Hoje,
    vivo na classe pobre, abaixo de mim, estão os miseráveis e acima estão os
    intocáveis. Estou no meio de uma prensa e a cada dia sou esmagada. " Quem
    vive de passado, é museu". Já ouvi muitas vezes esta frase, e agora eu
    pergunto: - E o futuro? Quem sabe é Deus!?

    Não vou lembrar:

  • Bomba de Hiroxima.

  • Holocausto

  • 1ºe 2º Guerra Mundial.

  • Assassinato de John Lenon

  • Assassinato de  John Kennedy

  • Queda do pedaço do viaduto da Paulo de Frontin(60)

  • Queda do Palace II (90)

  • 11 de Setembro. Se não olhar para o passado, como detectar os erros e
    construir um futuro próspero de paz, igualdade para todos, dignidade, ...
    Bom! Já que olhar  para o passado, você é um museu, então
    realmente, temos que entregar nosso futuro para Deus.

  • Papa João Paulo II - Lei de DeusChacina - Lei do egoísmoEutanásia - Lei dos Homens

    As coincidências acontecem, estava arrumando os livros e achei esse texto.
    É um resumo de tudo que escrevi acima.


    A raiz do pecado é o egoísmo.
    A pessoa age, sem levar em consideração a Deus e ao próximo. Quer
    determinar o bem e o mal por conta própria. Esse egoísmo gera a busca
    desenfreada do Prazer, a ambição pelo Poder e pela dominação dos
    outros e a ganância do Ter sempre mais. Eis a árvore do pecado, cujos
    primeiros frutos são a mentira e a maldade entre as pessoas. Isso contamina a
    história humana, enchendo-a de violência e de dor, de injustiças e de
    infelicidade. Trecho extraído do livro: Missionários Redentoristas "Fé e
    Vida".Editora Santuário.

    Mirza vamos reciclar:
    _________________________

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    MirzaSantos.Casada. 3 filhos. Rio de Janeiro - Capital.

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    Gazzag
    e-mail

    Lixão Orgânico:
    Inveja, violência, guerra, prepotência, salário mínimo, políticos corruptos, televisão aos domingos sem tv á cabo (ninguém merece).

    Lixão Reciclado.

    Consciência que o nosso presente é o futuro dos nosso filhos e netos.

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    (...quem sabe faz a hora, não espera acontecer.)

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